“De tanto ouvirem de si mesmos que são incapazes, que não sabem nada, que não podem
saber, que são enfermos, indolentes, que não produzem em virtude de tudo isto, terminam
por se convencer de sua ‘incapacidade’.”.
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 50. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2011, p. 69).
“O educador, que aliena a ignorância, se mantém em posições fixas, invariáveis. Será
sempre o que sabe, enquanto os educandos serão sempre os que não sabem. A rigidez
destas posições nega a educação e o conhecimento como processos de busca.”
(FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 50. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2011, p. 81).
A partir dos excertos acima, conclui-se que a perspectiva freireana