Para esta pedagogia, a educação deve proporcionar
condições metodológicas para que o aluno possa
“exprimir-se” subjetiva e individualmente, e o ensino
deve partir dos problemas ou assuntos de interesse
dos alunos. Os pressupostos dessa pedagogia
representaram um avanço para o ensino de Arte ao
focar o aprendizado no processo e na realidade dos
estudantes. É considerada uma pedagogia importante
para o Ensino de Artes Visuais, pois propõe a ruptura com a cópia, deslocando a ênfase para a expressão, a
subjetividade, o processo de ensino e a percepção dos
estudantes. No entanto, o espontaneísmo da “Livre
Expressão” levou o ensino de Arte ao “laissez faire”
e à anulação do papel do educador, o qual não podia
intervir nos processos educativos, especialmente das
crianças, as quais deveriam expressar-se livremente
sem a intervenção do adulto.
O texto se refere à: