Na década de 90, alguns autores descreviam a importância da verificação do perímetro cefálico nas crianças, até os 2 anos de vida, com o objetivo de acompanhar o crescimento e desenvolvimento neurológicos destes. Com a relação entre o Zika vírus e a microcefalia, esta medida antropométrica ganhou destaque na mídia atual. Sobre a normativa do Ministério da Saúde para os valores para perímetro cefálico em crianças para a classificação de microcefalia, é CORRETO afirmar:
A
O Ministério da Saúde, em consonância com as secretarias estaduais e municipais de Saúde, passa a adotar, a partir de agora, a medida de 32 cm para a triagem e identificação de bebês possíveis portadores de microcefalia. Este procedimento consta do “Protocolo de Vigilância e Resposta à Ocorrência de Microcefalia Relacionada à Infecção pelo Vírus Zika” e está de acordo com recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera, como medida padrão mínima para a cabeça de recémnascidos, 32 centímetros.
B
O Ministério da Saúde passa a adotar, a partir de agora, novos parâmetros para medir o perímetro cefálico e identificar casos suspeitos de bebês com microcefalia. Para menino, a medida será igual ou inferior a 31,9 cm e, para menina, igual ou inferior a 31,5 cm. A mudança está de acordo com a recomendação anunciada recentemente pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e tem como objetivo padronizar as referências para todos os países, valendo para bebês nascidos com 37 ou mais semanas de gestação.
C
O Ministério da Saúde passa a adotar, a partir de agora, novos parâmetros para medir o perímetro cefálico e identificar casos suspeitos de bebês com microcefalia. Para menino, a medida será igual ou inferior a 33 cm e, para menina, igual ou inferior a 32 cm. A mudança está de acordo com a recomendação anunciada recentemente pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e tem como objetivo padronizar as referências para todos os países, valendo para bebês nascidos com 37 ou mais semanas de gestação.
D
Nenhuma das alternativas.