Durante uma sessão de ludoterapia com uma criança de
6 anos, o terapeuta observa que ela repete, de maneira
insistente, uma brincadeira na qual bonecos são colocados em um “quarto escuro” e impedidos de sair. Quando
o terapeuta tenta interagir com os personagens, a criança
diz com firmeza: “Eles têm que ficar presos, senão vai
acontecer uma coisa ruim”. Essa cena se repete em diferentes sessões, com pequenas variações.
Considerando os fundamentos da ludoterapia psicanalítica, a atitude mais adequada do terapeuta diante dessa
manifestação no brincar seria