Inúmeros são os riscos de terapia
medicamentosa durante o período de
gestação e lactação. Situação complexa que
reforça a preocupação sobre a prática de
automedicação. Os medicamentos mais
utilizados como automedicação pelas
gestantes têm sido relatados como:
Analgésicos, antiácidos e medicamentos para
o auxílio dos sintomas da gripe ou alergias
(Fonte: Infarma, 2013). Diante disso, analise as afirmações abaixo de acordo com a
classificação de risco à gestante (FDA) e
assinale a alternativa correta:
A
Gestante, vinte semanas sentindo-se
edemaciada, chega até o serviço farmacêutico e
solicita uma hidroclorotiazina, medicação que sua
mãe utiliza. Diante do pedido, o farmacêutico
dispensa o medicamento pelo receio da paciente
desenvolver pré eclampsia.
B
Gestante de doze semanas com processo
inflamatório em garganta, edema e muita dor,
certamente você não dispensará a nimesulida
gotas, pois para esse processo, será mais
eficiente a dispensação da prednisolone solução
que age com maior rapidez.
C
Gestante oito semanas com risco de
trombose, foi prescrito para a mesma o uso de
heparina de baixo peso molecular, mas como a
mesma é carente e não tem condições
financeiras para comprar, você indica para ela o
uso de warfarian, uma cumarina que possui
potencial anticoagulante e segurança na
administração, pois é uma medicação
administrada para idosos.
D
Gestante seis semanas acabou tendo uma
discussão em casa e ao chegar à farmácia afere
a pressão arterial que se encontra aumentada
(180 x 110mmHg), solicita um captopril, pois tem
receio de pré eclampsia, e como é protocolo de
atendimento em pronto Socorro para hipertensão
severa, você acaba dispensando.
E
Gestante, oito semanas sente dificuldade
para dormir e consegue do médico uma receita
para aquisição de haloperidol, indicado por uma
amiga, para ajudar a pegar no sono. O
farmacêutico nega-se a aviar o receituários com a
justificativa de que tal medicamento pertence a
categoria C de risco, não havendo evidências de
anormalidade, porém não se justifica para o caso,
uma vez que a paciente não possui diagnóstico
que comprove a real necessidade do uso.