Segundo dados do Observatório de mortes e violência LGBTI do Brasil, em 2022, a cada
32 horas, foi assassinado um LGBTQI+. O Brasil é o país que mais mata a população de
travestis e transexuais no mundo. Ao relacionar o debate da violência contra segmentos
historicamente excluídos, como mulheres, população negra, LGBTQIA+, indígenas,
camponeses e habitantes das periferias, com o debate da violência estrutural, é CORRETO
afirmar que: