A trajetória de discriminação e opressão experimentada
pelas pessoas com deficiência é consequência de um sistema produtivo construído com base na acumulação, que
visa ao lucro. A sociedade capitalista pressupõe um sujeito
ideal, que seja útil à lógica de produção; aqueles que são
desviantes do padrão de normalidade são discriminalizados e segregados da sociedade. A consolidação das políticas sociais foi responsável pela mudança deste contexto,
na medida em que buscam a integração e a garantia da
participação social da pessoa com deficiência, mediante o
reconhecimento de seu status de cidadão.
Essa perspectiva de análise traz o entendimento da deficiência como expressão