Incluir a concepção de cotidiano no contexto hospitalar, a partir de
uma perspectiva crítica, permite distinguir cotidiano de rotina ou
de simples repetição mecânica de atividades e possibilita que os
terapeutas ocupacionais ultrapassem as perspectivas positivistas,
hegemonicamente reconhecidas como aquelas que analisam
objetivamente as necessidades do paciente, centradas em
concepções biomédicas e no uso de técnicas e de conhecimentos
reduzidos às dimensões anatomofuncionais do corpo humano
e/ou das patologias.
Avalie se uma perspectiva crítica do cotidiano em contextos
hospitalares deve incluir
I. Trabalhar com mapas ocupacionais do paciente.
II. Valorizar as narrativas e biografias do paciente como formas
de ressignificar seu cotidiano.
III. Utilizar os instrumentos protocolados de atividades cotidianas
para melhor prescrição da atividade terapêutica.
Está correto apenas o que se afirma em