O presidente da China, Xi Jinping, inaugurou neste
domingo (03 de setembro) a cúpula de potências emergentes
BRICS com uma reunião na qual reivindicou o
potencial dos cinco países membros do bloco (Brasil,
Rússia, Índia, China e África do Sul) para revolucionar a
economia mundial.
(G1, 03.09.17. Disponível em: <https://goo.gl/bCYDrX>
A propôs uma nova rodada de negociações comerciais
no âmbito da Organização Mundial do Comércio,
com o objetivo de destravar alguns acordos e, com
isso, facilitar a retomada da dinamização da economia
internacional em um contexto de crise.
B defendeu a reforma do Conselho de Segurança da
ONU, ressaltando que a sua atual composição não
é representativa dos países emergentes e concentra
poderes nos países desenvolvidos, esvaziando o
protagonismo dos países em desenvolvimento.
C enfatizou a importância da criação de uma instituição
financeira sólida, própria dos países membros, tendo
em vista o objetivo de médio prazo de instituir uma
moeda comum com a finalidade de regular as trocas
comercias entre as nações participantes.
D condenou o protecionismo econômico e as políticas
isolacionistas, em clara postura de oposição ao presidente
dos EUA, Donald Trump, pois tais políticas
podem afetar as perspectivas de crescimento global
e a confiança dos mercados.
E criticou as políticas de liberalização econômica,
defendendo o direito dos países de estabelecerem
barreiras alfandegárias e altas taxas de importação
com a finalidade de protegerem as suas indústrias e
manufaturas nacionais.