Ao tomar posse como Presidente da República, em janeiro de 1951, Vargas deparou-se com uma conjuntura econômica que
emitia sinais de agravamento de um quadro de dificuldades. Os indicadores não eram alarmantes, mas já passara o clima de
euforia dos últimos anos da II Guerra e do início do Governo Dutra. Este, possivelmente interpretando que o estrangulamento
externo verificado na década de 1930 era coisa do passado, optou por uma política de liberalização no mercado cambial, a qual,
em poucos meses, trouxe de volta o problema crônico deparado pelas autoridades econômicas desde a Grande Depressão: o
fechamento das contas do balanço de pagamentos.”
(Fausto Saretta, 2000.)
Além das características apontadas anteriormente, o segundo governo de Vargas foi marcado, dentre outros fatos: