Leia o texto abaixo.
“A diversidade do “ser jovem” nas sociedades modernas nos coloca o desafio de compreender tal
fenômeno em suas múltiplas dimensões. Dessa forma, é necessário relativizar definições que tratam
a juventude como sendo uma mesma experiência vivida por todos. Na literatura sociológica, são mobilizadas, com frequência, duas perspectivas teóricas para lidar com o tema da juventude: a corrente
geracional e a corrente classista. A primeira lida com o fenômeno a partir do determinante biológico,
que seria a definição de um período cronológico da vida do indivíduo. Já a segunda questiona a unicidade do conceito de juventude e propõe o tratamento diferenciado deste fenômeno de acordo com
a heterogeneidade das trajetórias individuais imposta pela estratificação social” (LIMA, Raquel. A Sociologia e o conceito de juventude. Disponível em: