A partir da Base Nacional Comum Curricular, (BNCC)
do Ensino de História, é possível compreender que todo
conhecimento sobre o passado está intrinsecamente
ligado ao conhecimento do presente, sendo que as
questões que surgem dos sujeitos são, em grande parte,
reflexo das inquietações contemporâneas. O historiador,
em seu trabalho, questiona o passado com o propósito de
identificar, analisar e compreender os significados
imersos em diversos objetos, lugares, saberes, práticas e
sensibilidades. Esses questionamentos são
frequentemente conduzidos por meio de hipóteses, que
se materializam em diferentes narrativas, as quais
buscam reconstruir o entendimento de tempos passados.
Nesse sentido, entendemos que a dinâmica do ensinoaprendizagem, especialmente no Ensino Fundamental e,
em particular, na disciplina de História, deve estabelecer
um diálogo constante com o presente. Para refletir sobre
o ensino de História, é imprescindível adotar atitudes
críticas e reflexivas ao longo do processo pedagógico,
como: identificação, comparação, contextualização,
interpretação e análise. Essas práticas não apenas
enriquecem o entendimento do aluno sobre os eventos
históricos, mas também promovem o desenvolvimento
de sua autonomia intelectual, permitindo-lhe perceber
que os indivíduos agem de acordo com o contexto
histórico e geográfico em que estão inseridos. Dessa
forma, o ensino de História contribui para a formação de
cidadãos conscientes de que os comportamentos e
costumes são moldados e transformados ao longo do
tempo, pela interação entre o passado e o presente.
À luz de todas as razões apresentadas, é certo o que se
afirma sobre o conhecimento histórico, conforme
preconizado pela Base Nacional Comum Curricular
(BNCC), Anos Finais, EXCETO: