Em uma turma de EJA, composta, majoritariamente, por idosos
que retomaram os estudos após décadas afastados da escola, o
professor percebe que muitos alunos possuem conhecimentos
práticos acumulados em suas vivências, mas demonstram
dificuldades na leitura e na escrita formais. Durante uma
atividade de matemática, um aluno utiliza sua experiência como
feirante para calcular, mentalmente, o troco mais rápido do que
outros alunos que utilizam o método tradicional de resolução no
papel. Com isso, o professor decide propor um projeto de
avaliação no qual os alunos desenvolvam registros escritos de
suas práticas cotidianas, relacionando essas vivências aos
conteúdos escolares.
Com base nesse caso, a prática pedagógica avaliativa escolhida
pelo professor, buscou