A professora Célia M. Carolino Pires (2000), em sua obra
Currículos de Matemática : da organização linear à ideia
de rede, discute que sua proposta para a organização
dos currículos de matemática e reestruturação das ações
docentes, que ela denomina de rede,
A é uma proposta que exige um planejamento bastante
estruturado, que deve permanecer estável durante o
ano letivo, pois sem essa característica as escolas poderão não atingir os objetivos indicados pelos documentos curriculares prescritos.
B é uma metáfora equivalente à ideia de uma corrente, cujos elos indicam os conteúdos a serem ensinados antes de outros e para avançar de um elo para o
seguinte é necessário constante avaliação dos alunos,
sobretudo por meio de provas objetivas e de escalas
de atitudes.
C pode trazer contribuições no sentido de eliminar a artificialidade de algumas propostas interdisciplinares que
forçam conexões para agrupar assuntos de diversas
disciplinas, parecendo mais uma camisa de força do
que uma forma atraente de organização curricular.
D é uma metáfora para indicar uma proposta para o
currículo de uma disciplina, desde que se estabeleça
anteriormente os pré-requisitos, sobretudo na matemática, que são fundamentais para ensinar e aprender conceitos e procedimentos matemáticos.
E é uma metáfora para indicar um desenho curricular
composto por uma pluralidade de pontos, ligados
entre si por uma pluralidade de caminhos, desde
que se privilegiem alguns dos pontos, subordinando
alguns em relação a outros, os pré-requisitos.