A partir das décadas de 60 e 70, diversos teóricos,
por diferentes caminhos, chegam à conclusão que a
escola está de tal forma condicionada pela sociedade,
dividida em classes, que, ao invés de democratizar,
reproduz as diferenças sociais, perpetuando o status
quo.
(ARANHA,1996, p. 176)
Essa teoria está representada na concepção: