Para Amarante (2013), é um processo histórico de formulação
crítica e prática, que tem como objetivos e estratégias o
questionamento e a elaboração de propostas de transformação
do modelo clássico e do paradigma da psiquiatria. Tem como
fundamentos não apenas na crítica conjuntural ao subsistema
nacional de saúde mental, mas também - e principalmente - uma
crítica estrutural ao saber e às instituições psiquiátricas clássicas,
dentro de toda a movimentação político-social que caracteriza a
conjuntura de redemocratização.