Jornalistas das editorias de ciência e saúde de órgãos
noticiosos recorrem intensamente aos jornalistas assessores
de imprensa de instituições de ensino e pesquisa para solicitar
fontes (pesquisadores, técnicos) relacionadas a assuntos
específicos, tanto em coberturas do dia-a-dia, quanto em
situações em que a agenda da mídia possa estar com
predomínio de determinado ângulo – como dengue, meningite,
descoberta de uma sequência genômica, de novo
medicamento, morte de um “famoso” por doença
desconhecida a esclarecer, etc.
Com relação ao texto, analise as afirmativas a seguir.
I. Os assessores têm acesso a inúmeras fontes para cada
assunto, o que facilita seu trabalho e diversifica o noticiário
final.
II. Os assessores têm acesso a poucas fontes com relação a
cada assunto, às vezes mesmo a apenas uma única fonte
até para variados assuntos, o que dificulta seu trabalho,
impedindo-o de dar conta de toda a demanda das
redações.
III. Os assessores precisam conciliar as demandas dos órgãos
noticiosos com as agendas e interesses dos técnicos e
pesquisadores potencialmente eleitos como fontes, o que
nem sempre se estabelece fora de uma margem de
conflitos.