Leia os textos a seguir:
Década Internacional das Línguas Indígenas (IDIL 2022-2032)
A Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou a Década
Internacional das Línguas Indígenas (International Decade of
Indigenous Languages — IDIL 2022-2032) para chamar a
atenção global para a situação crítica de muitas línguas
indígenas e mobilizar partes interessadas e recursos para sua
preservação, revitalização e promoção. O objetivo é garantir
o direito dos Povos Indígenas de preservar, revitalizar e
promover suas línguas e integrar a diversidade linguística e
os aspectos do multilinguismo nos esforços de
desenvolvimento sustentável.
(Fonte: UNESCO — Adaptado.)
A história de uma língua é inseparável da história de seus
falantes, daqueles que a herdaram, modificaram e recriaram
ao longo do tempo. A história da língua portuguesa falada
no Brasil é profundamente marcada pelo contato com
outros povos e culturas, seja dos povos originários que aqui
viviam séculos antes, seja dos povos escravizados, bem
como daqueles que para cá migraram nos últimos séculos.
(Fonte: Museu da Língua Portuguesa — Adaptado.)
A respeito das línguas indígenas brasileiras em perspectiva
comparada com o ensino-aprendizagem da língua
portuguesa no ensino fundamental, marcar C para as
afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a
alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) As línguas indígenas brasileiras integram o multilinguismo
no país, juntamente com a língua portuguesa, a Libras, as
línguas ou dialetos regionais, as línguas dos povos
escravizados e as línguas dos imigrantes, razão pela qual é
prescindível que o professor de língua portuguesa aborde
o acervo linguístico desses povos originários em suas
práticas pedagógicas.
( ) Existem muitos vocábulos ou expressões originadas de
línguas indígenas que compõem o léxico do português do
Brasil, sendo estas passíveis de produtivas abordagens
pedagógicas nas aulas de língua portuguesa, tendo como
exemplo o estudo da toponímia e da flora e fauna
brasileiras.
( ) É papel da escola estimular e mobilizar reflexão
sistemática sobre a nossa diversidade linguística indígena,
inclusive visando à consolidação de um olhar linguístico
em prol do desenvolvimento sustentável e da convivência
multicultural.