Foi necessário um longo percurso até que se chegasse à ideia de que, na educação Infantil, as funções de educar e cuidar devem integradas e associadas a padrões de qualidade. Essa qualidade advém de concepções de desenvolvimento que consideram as crianças:
A
nas suas formas elementares, ou seja, considerando os saberes que trazem de casa e que, aos poucos, são substituídos pelos conhecimentos transmitidos pela escola
B
em suas diferenças, estabelecendo critérios que permitam selecionar aquelas que poderão seguir para o ensino fundamental aos seis anos e aquelas que precisarão de mais tempo na educação infantil
C
em suas semelhanças, isto é, naquilo que todas têm em comum, permitindo uma única educação para todas, por meio da padronização de práticas e experiências
D
nos seus contextos sociais, ambientais, culturais e, mais concretamente, nas interações e práticas sociais que lhes fornecem elementos relacionados às mais diversas linguagens e ao contato com os mais variados conhecimentos para a construção de uma identidade autônoma