Ao adaptar critérios e instrumentos de avaliação ao contexto
hospitalar e ambulatorial, é preciso considerar, antes de tudo,
que ao incidir sobre o tratamento de pacientes que dependem
de acompanhamento médico constante, convivem com o risco de
morte iminente e com as restrições relativas ao seu quadro clínico,
as práticas avaliativas não devem ter como função a seleção ou a
classificação. Noutra direção, a avaliação deve funcionar como: