De acordo com Oliveira (2002), muitas propostas pedagógicas para creches e pré-escolas baseiam-se na brincadeira. O jogo infantil tem sido defendido na educação infantil como recurso para a aprendizagem e desenvolvimento das crianças. Assim, de acordo com essa autora, é correto afirmar que, nesse processo, o professor deve
A
propor jogo infantil exclusivamente com a intenção de ensinar conteúdos, controlando o que será aprendido durante a brincadeira, pois o brincar livre não necessita da intervenção ou do planejamento do professor.
B
deixar a criança brincar como quiser, quando, onde e com o que desejar, pois o jogo é da natureza biológica e suportes culturais são desnecessários, devendo o professor afastar-se como figura de interlocução.
C
usar a metodologia de “dar o jogo simbólico” às crianças. O educador deve planejar o jogo, o tempo, com quem e como as crianças deverão brincar, desvinculando o jogo da disposição pessoal da criança.
D
restringir o brincar unicamente aos momentos de recreio, brinquedoteca, parque e quadra, pois muitos professores alegam a importância do brincar e negligenciam outros conteúdos que devem ser ensinados às crianças.
E
considerar que a brincadeira infantil beneficia-se de suportes externos para a sua realização: rituais interativos, objetos e brinquedos, organizados ou não em cenários, que contêm não só temas, mas também regras.