Leia o fragmento a seguir.
A “teoria” sobre o corpo e o conhecimento-prático dos
especialistas indígenas do Alto Rio Negro considera que não custa
nada lembrar que o estudo do corpo ameríndio não é novidade e
não há dúvida que ele é produzido, fabricado e constituído pela
sociedade: ele é cortado, adornado, nomeado, perfurado, pintado,
e torna-se algo que vive, que pulsa, que sente e estabelece relações
complexas com o mundo, ultrapassando a dimensão biológica
através de sua imaterialidade.
BARRETO, João Paulo Lima. Kumuã na kahtiroti-ukuse: uma “teoria” sobre o corpo e
o conhecimento-prático dos especialistas indígenas do Alto Rio Negro / 2021.
De acordo com o fragmento acima, “corpo” pode ser definido
como um