Uma família nuclear composta por Sebastião, 42 anos,
Ana, 39 anos, e seus três filhos de 15, 12 e 8 anos, convive cotidianamente com o alcoolismo de Sebastião,
cujo consumo de bebidas alcoólicas só aumenta, resultando em problemas como instabilidade de emprego e
renda e várias formas de violências contra Ana e seus
filhos, situações que são externadas pelos adolescentes e pela criança na escola e que interferem no rendimento escolar e no comportamento deles na instituição.
Dessa forma, a equipe escolar decidiu levar o caso para
as reuniões intersetoriais, pois um dos objetivos delas é
promover
A o debate sobre as realizações e as omissões do
Poder Público com relação às políticas públicas direcionadas à criança e ao adolescente em diversas
áreas, como assistência, educação, saúde, esporte,
lazer e direitos humanos, entre outras, demandando
dos órgãos competentes políticas para a garantia do
que o ECA preconiza.
B o debate sobre temas relacionados a casos em que
ocorreram ou estejam ocorrendo violações de direitos da criança e do adolescente, sempre se preservando o sigilo quanto aos envolvidos; deverão ser
convocados, além dos representantes de órgãos de
presença obrigatória, familiares e outras pessoas
da convivência diária da criança ou do adolescente envolvido e representantes de todos os órgãos,
instituições e pessoas jurídicas públicas ou privadas
que porventura acompanham ou acompanharam o
desenvolvimento da criança ou adolescente envolvido, quando for o caso.
C a fiscalização das famílias cuja complexidade das situações dificultar sua resolução pela atuação isolada
de um dos equipamentos, em especial os casos de
violência contra crianças e adolescentes, com a elaboração de projetos de intervenção conjunta, a definição de ações e metas de cada equipamento social
e o monitoramento conjunto de seus resultados.
D a discussão conjunta de casos de famílias cuja complexidade dificultar sua resolução pela atuação isolada de um dos equipamentos, em especial os casos
de violência contra crianças e adolescentes, com a
elaboração de projetos de intervenção conjunta, a definição de ações e metas de cada equipamento social
e o monitoramento conjunto de seus resultados.
E o monitoramento de forma conjunta de casos de
famílias cuja complexidade dificultar sua resolução
pela atuação isolada de um dos equipamentos, em
especial os casos de violência contra crianças e adolescentes, com a elaboração de projetos fiscalizatórios e comportamentais conjuntos.