Na perspectiva da educação inclusiva, a educação especial passa a constituir a
proposta pedagógica da escola, definindo como seu público-alvo os alunos com deficiência, transtornos
globais de desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Nesses casos e outros que implicam em
transtornos funcionais específicos, a educação especial atua de forma articulada com o ensino comum,
orientando para o atendimento às necessidades educacionais especiais desses alunos. Considerando
a educação inclusiva, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada caso às suas características.
Coluna 1
1. Deficiência.
2. Transtornos globais de desenvolvimento.
3. Altas habilidades/superdotação.
4. Transtornos funcionais específicos.
Coluna 2
( ) Aqueles que apresentam alterações qualitativas das interações sociais recíprocas e na
comunicação.
( ) Aqueles que têm impedimentos de longo prazo, de natureza física, mental, intelectual ou
sensorial.
( ) Demonstram potencial elevado em qualquer umas das áreas, isoladas ou combinadas: intelectual,
acadêmica, liderança, psicomotricidade e artes.
( ) Apresentam um repertório de interesses e atividades restrito, estereotipado e repetitivo.
( ) Apresentam elevada criatividade, grande envolvimento na aprendizagem e realização de tarefas
em áreas de seu interesse.
( ) Dislexia, disortografia, disgrafia, discalculia, transtorno de atenção e hiperatividade, entre outros.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: