“Seria conveniente observar que o ceticismo, como filosofia,
não é simplesmente dúvida, mas o que se pode chamar dúvida
dogmática. O homem de ciência diz: ‘Penso que isto é assim e
assim, mas não tenho certeza’. O homem de curiosidade
intelectual diz: ‘Não sei como é, mas espero descobrir’. O filósofo
cético diz: ‘Ninguém sabe, e ninguém poderá jamais saber’”.
RUSSEL, Bertrand. História da filosofia ocidental – livro primeiro. São
Paulo: Companhia Editora Nacional, 1957.
Diante da diferenciação apresentada por Russell, caracteriza-se
como um princípio cético: