Imbernón (2002) ressalta a importância da formação permanente como elemento essencial, mas não único, do
desenvolvimento profissional do professor. Na formação
permanente, o autor destaca cinco grandes linhas ou
eixos de atuação, além de outros. Entre os eixos de atuação citados por Imbernón, está
A a garantia de formação para os professores dentro
do horário de trabalho, em dia e horário de suas aulas,
sendo ofertados cursos promovidos pela Secretaria
de Educação com temas e datas previamente definidas. Nessas datas, os docentes não devem ir à
escola, ficando obrigados a participar dos cursos.
B a reflexão prático-teórica sobre a própria prática
mediante a análise, a compreensão, a interpretação
e a intervenção sobre a realidade. A capacidade do
professor de gerar conhecimento pedagógico por
meio da prática educativa.
C a realização de um programa de formação intensivo
que possa suprir os problemas da formação inicial
dos docentes, que têm chegado às escolas, a cada
ano, mais carentes de formação de qualidade e
conhecimento teórico.
D o desenvolvimento profissional dos docentes por
meio de práticas institucionais que possibilitem e
subsidiem a realização de cursos de especialização,
mestrado e doutorado para professores de escolas
públicas, em universidades públicas.
E a obrigatoriedade da criação, em todas as redes
públicas de ensino, de um programa centralizado e
permanente de formação para os docentes, podendo
ser ofertados cursos à distância ou presenciais, com
temas baseados nas necessidades detectadas.