Leia a citação, abaixo:
“Este novo modelo da economia exportadora do país, tendo como base o agronegócio e as grandes
multinacionais, faz com que na distribuição de renda deste setor seja extremamente restrita,
refletindo assim negativamente nas desigualdades de renda da sociedade brasileira. E talvez o
resultado mais negativo da economia exportadora vigente é o pequeno número de trabalhadores que
as atividades primárias demandam. Em um país como o Brasil, com um número elevado de
desempregados e uma população em constante crescimento, ter como atividade prioritária da
economia exportadora a produção de bens primários, faz retroceder o esforço de toda a sociedade
para melhorar a qualidade de vida e as desigualdades de renda da população brasileira.
Portanto, o papel do Brasil nesse sistema reflete a condição de subdesenvolvimento e dependência
de nossa economia perante os países dominantes. Novamente o Brasil, de maneira predominante, se
encontra como fornecedor de produtos primários para o abastecimento de outros países e
historicamente desenvolve o seu subdesenvolvimento, mesmo com alterações em sua pauta de
exportações.”
Retirado e modificado de: O papel do Brasil na Divisão Internacional do Trabalho sob a ótica da teoria marxista da dependência. Camila Gasparetto
da Silva (https://repositorio.ufsc.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/123743/Economia292768.pdfsequence=1&isAllowed=y)
O trecho, acima, faz uma crítica à: