raemer escreveu, em “O brincar na comunidade: ma comunidade se transforma com a arte l dica”:
(MEIRELES, R. (Org) Território do brincar diálogo com escolas. São Paulo: Instituto Alana, 2015, p.47-
49.)
Fazendo uma pesquisa sobre a etimologia da palavra brincar, encontrei algo surpreendente: ela é única, não
é derivada de nenhuma raiz. Achei isso significativo, pois o brincar é algo sui generis, tão essencial para os
seres vivos que não necessita ser derivado de nada. O brincar ‘é’! Será que conseguimos imaginar uma
criança sem brincar? Será que conseguimos imaginar uma casa, uma escola, uma comunidade, qualquer
espaço sem a alegria das crianças brincando? Imaginar essa ausência dá até um arrepio na pele! Seria um
lugar estéril, seco, de ‘plástico’, artificial — e a criança e os adultos se tornariam seres com alma ressecada,
sem fantasia, sem possibilidade de se expressar. Resumindo: teríamos um ser humano sem expressão e, por
conseguinte, um espaço sem vida.
A respeito do jogo e da brincadeira na Educação Infantil, é INCORRETO afirmar: