Paulo Freire (2001) afirma que “a leitura do mundo precede
sempre a leitura da palavra e a leitura desta implica a continuidade da leitura daquele. [...] De alguma maneira, porém,
podemos ir mais longe e dizer que a leitura da palavra não é
apenas precedida pela leitura do mundo mas por uma certa
forma de ‘escrevê-lo’ ou de ‘reescrevê-lo’ [...]”. Com “escrever ou reescrever o mundo”, o educador quer dizer