Leia o texto a seguir.
Perguntar por sofrimento e por felicidade no estudo da
exclusão é superar a concepção de que a preocupação
do pobre é unicamente a sobrevivência e que não tem
justificativa trabalhar a emoção quando se passa fome.
Epistemologicamente, significa colocar no centro das
reflexões sobre exclusão, a ideia de humanidade e como
temática o sujeito e a maneira como se relaciona com o
social (família, trabalho, lazer e sociedade), de forma que,
ao falar de exclusão, fala-se sobre desejo, temporalidade
e de afetividade, ao mesmo tempo que de poder, de
economia e de direitos sociais.
BADER, S. (Org.) As artimanhas da exclusão: análise psicossocial e ética da
exclusão. Petrópolis: Vozes, 2002.
Qual é a importância da dimensão do sofrimento ético-político
nas discussões sobre exclusão/marginalização social?