Em confluência com os diversificados conceitos,
através do paradoxo proposto por Lantéri-Laura (1998
citado por Sallet, & Gattaz, 2002) ao considerar a Psicopatologia como um fenômeno subjetivo que tramita
entre a psicologia do patológico e a patologia do psicológico – verifica-se também, a relevância da Semiologia
e das suas técnicas observacionais. Nesse aspecto, Dalgalarrondo (2000 citado por Deminco, 2018) elucida a
diferença entre Semiologia e Semiotécnica.
I. Semiotécnica é a ciência dos signos, estando presente
em todas as atividades humanas que incluam a interação
e a comunicação entre dois interlocutores pelo uso de
um sistema de signos (falas, gestos, atitudes, comportamentos não verbais etc.). Dedica-se ao estudo dos sintomas e sinais das doenças, permitindo ao profissional da
saúde identificar alterações físicas e mentais, ordenar os
fenômenos observados, formular diagnósticos e estabelecer métodos de tratamento.
II. Semiologia é a ciência dos signos, estando presente em
todas as atividades humanas que incluam a interação e
a comunicação entre dois interlocutores pelo uso de um
sistema de signos (falas, gestos, atitudes, comportamentos não verbais etc.). Dedica-se ao estudo dos sintomas e
sinais das doenças, permitindo ao profissional da saúde
identificar alterações físicas e mentais, ordenar os fenômenos observados, formular diagnósticos e estabelecer
métodos de tratamento.
III. A Semiotécnica, por sua vez, refere-se a técnicas e
procedimentos específicos da observação, coleta e descrição de sinais e sintomas. Sendo assim, é de essencial
importância para a prática da Semiotécnica em Psicopatologia, a observação minuciosa, atenta e perspicaz do
comportamento do paciente, do conteúdo de seu discurso e da sua maneira de falar, da sua mímica, da postura,
do vestuário, da forma como reage e do seu estilo de relacionamento com o entrevistador, com outros pacientes
e com seus familiares.
IV. A Semiologia, por sua vez, refere-se a técnicas e procedimentos específicos da observação, coleta e descrição
de sinais e sintomas. Sendo assim, é de essencial importância para a prática da Semiologia em Psicopatologia, a
observação minuciosa, atenta e perspicaz do comportamento do paciente, do conteúdo de seu discurso e da sua
maneira de falar, da sua mímica, da postura, do vestuário, da forma como reage e do seu estilo de relacionamento com o entrevistador, com outros pacientes e com
seus familiares.
Avaliando as assertivas acima, conforme Deminco (2018), é certo afirmar que: