Na análise de Netto (2010, p.22), “(...) é largo o leque de
fenômenos contemporâneos que indicam o exaurimento das
possibilidades civilizatórias da ordem tardia do capital (...)”.
Considerando a assertiva do texto 1, as políticas sociais para os
“excluídos” enfrentam apenas a penúria mais extrema. O
minimalismo dessas políticas, “frente a uma questão social
maximizada” (Netto, 2010, p.24), materializa-se em políticas de
rendas mínimas, que se cronificam como basicamente
assistencialistas, pois: