Para Emília Ferreiro, nenhuma prática pedagógica é
neutra. Todas estão apoiadas em certo modo de conceber
o processo de aprendizagem e o objeto dessa
aprendizagem. São provavelmente essas práticas, mais do
que os métodos em si, que têm efeitos mais duráveis a
longo prazo, no domínio da língua escrita como em todos
os outros. Conforme se coloque a relação entre o sujeito e
o objeto de conhecimento, e conforme se caracterize a
ambos, certas práticas aparecerão como “normais” ou
“aberrantes”. É aqui que a análise psicopedagógica
necessita se apoiar em uma