O reino do Congo, cuja duração se estendeu até o último quartel do século XVII (mais precisamente em 1665,
quando foi destruído por tropas lusas, africanas e brasileiras), teve um mani (senhor), o Manicongo, que se declarou “convertido” ao cristianismo, em 1512, como forma
de se opor às linhagens rivais “animistas”. Como consequência, a Mesa de Consciência de Lisboa reconheceu
o bispado do Congo, sob justificativa de que o reino do
Congo era cristão havia muito.
(Leila Leite Hernandez. África na sala de aula:
visita à História Contemporânea. Adaptado)
Depois do mencionado reconhecimento, as relações entre os chefes africanos e os portugueses