O desenvolvimento de técnicas de detecção precoce e
intervenções complexas, dentre outros recursos, permitiu
que atualmente uma parcela significativa de crianças, antes
consideradas inviáveis, pudesse viver, ainda que muitas
com dependências tecnológicas. Não raro estas crianças
nascem e permanecem nos hospitais, vivendo grande parte
de suas infâncias dentro de enfermarias ou unidades de
tratamento intensivo, devido aos diferentes tipos de intervenção e dependência tecnológica que requerem. Uma
nomenclatura que vem sendo utilizada para identificar esta
população, destacar a especificidade e complexidade de
seus quadros de saúde e o cuidado que demandam é a
de crianças: