As publicações científicas dos últimos cinco anos sobre os processos de adoecimento no trabalho vêm sinalizando a
necessidade de se considerar os riscos psicossociais que contribuem e/ou desencadeiam os referidos processos. Considerando
que sugiram limitações devido à tendência de generalizar a interveniência desses fatores de riscos psicossociais, a sua
contextualização permite elencar um fenômeno inerente ao mundo contemporâneo do trabalho bastante desafiador às
estratégias de prevenção ao adoecimento. Esse fenômeno denomina-se: