Uma paciente com 50 anos de idade, portadora de
insuficiência venosa crônica CEAP 5, compareceu ao
ambulatório do cirurgião vascular apresentando o resultado de
uma ecografia vascular com Doppler, que mostrava refluxo
bilateral de safena magna, dilatada desde a junção safenofemoral
até o maléolo medial e sem perfurantes incompetentes. A
paciente relatou que tinha medo de ser submetida a um
procedimento, pois tinha rim único e doença de Chagas com
arritmia controlada. O cirurgião ofereceu, como tratamento, as
opções de termoablação ou escleroterapia da safena acometida
com espuma de polidocanol.