Com relação a sua inserção metropolitana, em especial em
relação à malha viária regional, planos urbanos a serem
desenvolvidos devem considerar o fato de que o município
de Mogi das Cruzes
A está relativamente isolado do restante da área metropolitana, pela ausência de conexões rodoferroviárias
modernas entre as suas áreas urbanas e a mancha
urbana metropolitana principal.
B está mais bem inserido do ponto de vista do transporte urbano sobre trilhos do que do rodoviário: apresenta quatro estações ferroviárias urbanas de uma linha
de trens metropolitanos conectada à Capital, porém
sua mancha urbana mais antiga e tradicional está
separada da malha rodoviária de interesse metropolitano e nacional pela Serra do Itapeti e pela várzea
do Tietê, com suas respectivas áreas de proteção
definidas em lei.
C carece de uma infraestrutura de transporte metropolitano, já que o transporte sobre trilhos apresenta potencial limitado de expansão da capacidade, o
que constitui um gargalo na mobilidade, ao mesmo
tempo que integra um corredor rodoviário, metropolitano, regional do Vale do Paraíba e Nacional (São
Paulo – Rio de Janeiro) no qual estão alinhados seus
centros urbanos mais antigos e tradicionais, com
acesso direto desses centros à malha rodoviária de
interesse regional.
D integra um corredor metropolitano rodoferroviário, no
qual estão alinhados seus centros urbanos mais antigos
e tradicionais, com acesso direto desses centros à malha rodoviária de interesse regional e presença de uma
conexão do Rodoanel Metropolitano em seu território.
E integra um corredor rodoviário, metropolitano, regional
do Vale do Paraíba e Nacional (São Paulo – Rio de
Janeiro) no qual estão alinhados seus centros urbanos
mais antigos e tradicionais, com acesso direto desses
centros à malha rodoviária de interesse regional, e
conta com uma conexão do Rodoanel Metropolitano
em seu território.