O currículo deve ser compreendido como um processo que envolve uma multiplicidade de relações, abertas ou tácitas, em
diversos âmbitos, que vão da prescrição à ação, das decisões administrativas às práticas pedagógicas, na escola como instituição
e nas unidades escolares especificamente. Para compreendê-lo e, principalmente, para elaborá-lo e implementá-lo de modo a
transformar o ensino, é preciso refletir sobre grandes questões.
(Sacristán; Pérez Gómes, 2000, p. 27.)
(...) o currículo deve ser entendido em uma perspectiva prática que envolve diversas dimensões, desde decisões
administrativas até a práxis pedagógica, levando em conta os itinerários formativos, múltiplos, diversos e subjetivos. Tendo
em vista a multiplicidade de concepções existentes acerca do currículo e o complexo objetivo de defini-lo, deve-se considerar
as três principais vertentes teóricas acerca da sua conceptualização: as “teorias tradicionais”, as “teorias críticas” e as “teorias
pós-críticas”. Quando se verifica que determinada equipe gestora e pedagógica, em conjunto com os docentes da Escola “X”,
adotam uma concepção “crítica” do currículo, infere-se que: