Com inspiração em Paulo Freire, Bossle (2023, p.71)
apresenta uma alternativa crítica na Educação Física brasileira
alinhada, particularmente, pelo “corpo do oprimido, do corpo
consciente e por uma onto-episteme libertadora”. Desse modo,
no processo de conscientização para ser mais no mundo, o autor
assinala que tal alternativa reconhece não apenas a ciência
tradicional, mas as ancestralidades, outras culturas e formas de
produção de conhecimento. Logo, para Bossle (2023), a teoria
pedagógica descrita acima é denominada: