Os arqueólogos tradicionais conceberam a cultura Maia como teocrática, em que os sacerdotes detinham o poder político. Os
sacerdotes teriam governado os centros urbanos. E, a partir desta perspectiva, o modelo tradicional defendeu a ideia de pacificidade entre os centros urbanos. A localização geográfica da civilização Maia, proposta por este grupo de estudiosos tradicionais,
enfatizou que seu isolamento permitisse às sociedades manterem uma cultura homogênea.
(NAVARRO, 2001.)
A religiosidade pulsava nas cidades Maias, na arquitetura e na economia, bem como em toda a sociedade. A civilização Maia
mostra uma alta complexidade social e agrícola. E, entre suas características, apresenta também: