De acordo com a Portaria nº 825, de 25 de abril de 2016,
que redefine a Atenção Domiciliar no âmbito do Sistema Único
de Saúde (SUS) e atualiza as equipes, algumas situações tornam
um indivíduo inelegível para a modalidade de Atenção
Domiciliar. Sendo assim, assinale a alternativa CORRETA que
indica estas situações.
A Todo usuário com indicação para Atenção Domiciliar que
demanda cuidado multiprofissional mais frequente, uso de
equipamentos ou procedimentos de maior complexidade,
tais como ventilação mecânica, nutrição parenteral,
transfusão sanguínea e paracentese de repetição.
B Todo usuário com indicação para Atenção Domiciliar que
apresente necessidade de monitorização contínua,
necessidade de assistência contínua de Enfermagem,
necessidade de propedêutica complementar, com demanda
potencial para a realização de vários procedimentos
diagnósticos com urgência, necessidade de tratamento
cirúrgico em caráter de urgência, ou ainda, necessidade de
uso de ventilação mecânica invasiva.
C Todo usuário com indicação para Atenção Domiciliar que
requeira cuidados para abreviar ou evitar uma
hospitalização diante dos seguintes quadros: afecções
agudas ou crônicas agudizadas, com necessidade de
cuidados intensificados e sequenciais, como tratamentos
parenterais ou reabilitação, afecções crônico-degenerativas, considerando o grau de comprometimento
causado pela doença, que demande atendimento, no
mínimo, semanal, necessidade de cuidados paliativos com
acompanhamento clínico, no mínimo, semanal, a fim de
controlar a dor e o sofrimento do paciente, a
prematuridade e o baixo peso em bebês com necessidade
de ganho ponderal.
D Todo usuário com indicação para Atenção Domiciliar que
requeira cuidados com menor frequência e com menor
necessidade de intervenções multiprofissionais, geralmente
são casos em que o paciente está em situação de
estabilidade e pode receber cuidados satisfatórios por parte
dos seus cuidadores.