“A tela começou a aparecer... como uma arena para a ação... O que iria acontecer
na tela não era uma pintura, mas um evento”. Com essas palavras, o crítico de arte, Harold
Rosenberg, descreve o ato apaixonado e improvisado de pintar telas por alguns artistas americanos
da década de 1940. Rosenberg estava descrevendo obras do estilo artístico conhecido como: