De 1961 até 1975, quando dos processos de independência das colônias africanas, acentuaram-se as questões relativas ao regime de trabalho. Em uma tentativa
de neutralizar tanto o ascenso das guerras de guerrilhas
como as críticas internacionais, em 1961, o Estatuto Indígena foi abolido embora, na prática, tenha continuado a
vigorar sob o nome de “voluntariado”. Embora a oposição
democrática se mostrasse favorável à autodeterminação
das colônias, o governo autoritário da metrópole rejeitou
a ideia de independência.
(Leila Leite Hernandez. África na sala de aula:
visita à História Contemporânea. Adaptado)
O texto faz referência ao colonialismo