Na história da supervisão no Brasil, no final da década de 80 do século anterior, iniciou um movimento aberto de repensar sobre
educação. Alguns profissionais, insatisfeitos com a educação disseminada nas escolas brasileiras, passaram a refletir, discutir e
buscar alternativas para uma nova proposta sobre a função social da escola, o papel do educador e os resultados que as práticas
pedagógicas trazem para os educandos. De acordo com Medina (2002, p. 46), “o supervisor pedagógico abdica de exercer poder e
controle sobre o trabalho do professor e assume uma posição de problematizador do desempenho docente”. Esta mudança de
paradigma demanda outras atribuições, fazendo com que professores passem a buscar no supervisor uma ação renovada, apoio,
formação e orientação, a fim de qualificar sua prática pedagógica. Sobre o exposto, é considerada uma ação renovada do supervisor
pedagógico: