Com quase cinco séculos de passado colonial, inclusive
com trabalho escravo, o Brasil teve uma modernidade
“tardia”, ligada à industrialização nascente após a proclamação da república, em meados do século XX. Com períodos de governos eleitos pelo voto e outros de ditadura,
a escolarização pública avançou aos poucos junto com as
atividades industriais e com a urbanização da sociedade,
mas carregando o peso do fracasso escolar das camadas
populares e das consequências dele. Na passagem para
o século XXI, a globalização da economia e a revolução
nos meios de comunicação trouxeram “novos desafios” à
escola, a qual, de acordo com Libâneo (2018),