A avaliação formativa é o componente indispensável e indissociável ...
🏢 IBFC🎯 SEAP-DF📚 Pedagogia e Didática
#Aprendizagem Significativa de Ausubel#Psicologia Educacional
Esta questão foi aplicada no ano de 2013 pela banca IBFC no concurso para SEAP-DF. A questão aborda conhecimentos da disciplina de Pedagogia e Didática, especificamente sobre Aprendizagem Significativa de Ausubel, Psicologia Educacional.
Esta é uma questão de múltipla escolha com 4 alternativas. Teste seus conhecimentos e selecione a resposta correta.
A avaliação formativa é o componente indispensável e indissociável da prática pedagógica, suas múltiplas funções se consubstanciam na orientação e regulação do processo ensino-aprendizagem no âmbito da aprendizagem significativa. Sobre avaliação formativa, julgue os itens a seguir:
I. A avaliação formativa compreende os diversos caminhos da formação do aluno, bem como serve de espelho para prática pedagógica do professor. Avaliar formativamente é entender que cada aluno possui seu próprio ritmo de aprendizagem e, sendo assim, possui cargas de conhecimentos diferentes entre si.
II. A avaliação formativa é aquela que observa cada momento vivido pelo aluno, seja na sala de aula ou fora dela. Ela fortalece a teoria de que o indivíduo humano aprende em cada instante de sua existência e, portanto, são nesses diversos momentos que ele terá que ser avaliado. Todas essas microavaliações tomar-se-ão um todo por meio do somatório de suas partes.
III. É freqüente que critiquem genericamente o paradigma predominante na tradição de avaliação brasileira, sendo que a partir de várias vertentes teóricas acabam por esboçar características de um novo modelo de avaliação apresentado como desejável, a avaliação formativa, esta que é baseada em padrões positivistas e no modelo crítico-construtivista.
IV. Na avaliação formativa o eixo da avaliação deixa de girar exclusivamente em torno das condições em que é oferecido o ensino, a formação do professor e suas condições de trabalho, currículo, cultura e organização da escola e passa a se centrar no aluno e na preocupação técnica de medir o seu rendimento. Essa mudança de enfoque, que explora, sobretudo, as relações intermediárias entre as análises macroestruturais e as abordagens micro, vem possibilitando a paulatina adequação da tradição ao modelo crítico-reprodutivista.