O Estado surgiria de um compromisso entre os indivíduos, da
vontade do povo, e como tal deveria ser governado por representantes dessa vontade. Essa teoria influenciou a formação
dos Estados nacionais latino-americanos no século XIX, como
repúblicas que afirmavam obter seu poder da vontade popular, apesar de na realidade isso raramente acontecer.
(Kalina Vanderlei Silva. Dicionário de conceitos históricos. São Paulo:
Contexto, 2009. p. 116-117.)
O processo de formação dos países latino-americanos foi
marcado pela instabilidade política. A substituição das antigas colônias espanholas por nações independentes apresentou dois problemas básicos: constituir Estados soberanos e organizá-los em meio às mais variadas tendências políticas. Nesse contexto: