Leia o trecho a seguir
O crescimento do tecido urbano da Região Metropolitana de São
Paulo, sobretudo a partir de meados do século XX, se caracteriza
pela periferização da população. Sejam as classes de baixa renda,
sejam as de alta renda (atraídas por promessas de maior
segurança), as famílias moradoras das zonas geograficamente
periféricas tendem a despender maior tempo em seus
deslocamentos pendulares (casa-trabalho) e a ter menos acesso à
infraestrutura urbana.
(Adaptado de Nadalin, V. e Igliori, D., 2015)
O tipo crescimento urbano desconcentrado, não denso e que
deixa vazios urbanos dentro da mancha urbana é denominado