Estudiosos das políticas sociais no Brasil evidenciam que
historicamente essas políticas se caracterizaram por sua
subordinação a interesses econômicos dominantes e pela
sua baixa efetividade social. A Assistência Social, baseada por décadas na perspectiva do favor e do clientelismo,
caracterizou-se como secundária no conjunto das políticas públicas. Consagrada pela Constituição Federal de
1988, ela passa a compor com outras políticas o campo
da Seguridade Social, indicando que, no enfrentamento
da questão social, as ações públicas devem desenvolver
estratégias de gestão que viabilizem abordagens